domingo, 10 de abril de 2011

Férias

Eu fui passar férias em Arraial D´Ajuda e foi uma das melhores coisas que um ser humano pode fazer por si mesmo. O clima é maravilhoso. A Mel diz que é o tal do paralelo 17, cuja vibe existe em poucos lugares do mundo - como em Bali.
Vivemos coisas engraçadíssimas e a companhia foi ótima. Fiz mais uma nova amizade, a Alê, pessoa querida e supermegacompanheira de viagem. De Sampa saí com a Mel e o Rodrigo a tiracolo, dois santistas suingue e sangue bom!
Os banhos de mar quentinho, o cheiro de protetor solar, os mergulhos na piscina ao entardecer, os cochilos antes das baladas, os cabeludos com dreads que tocavam violão (ai meu Pai), o Beco das Cores, o menino que oferecia sorvete invisível em Trancoso, o povo feliz, as risadas, os beijos, os intercâmbios entre países e culturas... impossível dizer o que foi melhor.
Eu sei o que foi melhor. Eu me encontrei em Arraial: com a Chris bem-humorada, que acorda e dorme sorrindo e ainda sai no meio da pousada pedindo pro recepcionista matar a barata... rsrsrs
Impossível enumerar o quanto fui feliz por lá. E isso só me faz querer voltar, voltar sempre pra Chris que eu quero ser: FELIZ!!!








segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Último romace

E numa conversa na madrugada, fui presenteada por várias coisas (até pela companhia) e por esses versos da música de Rodrigo Amarante...Essa música é pra nós...pra servir de inspiração para as coisas vida...

Eu encontrei quando não quis
Mais procurar o meu amor
E quanto levou foi pr'eu merecer
Antes um mês e eu já não sei

E até quem me vê lendo o jornal
Na fila do pão, sabe que eu te encontrei
E ninguém dirá que é tarde demais
Que é tão diferente assim
Do nosso amor a gente é que sabe, pequena

Ah vai!
Me diz o que é o sufoco que eu te mostro alguém
Afim de te acompanhar
E se o caso for de ir à praia eu levo essa casa numa sacola

Eu encontrei e quis duvidar
Tanto clichê deve não ser
Você me falou pr'eu não me preocupar
Ter fé e ver coragem no amor

E só de te ver eu penso em trocar
A minha TV num jeito de te levar
A qualquer lugar que você queira
E ir onde o vento for
Que pra nós dois

Sair de casa já é se aventurar
Ah vai, me diz o que é o sossego
Que eu te mostro alguém afim de te acompanhar

E se o tempo for te levar
Eu sigo essa hora e pego carona pra te acompanhar

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Tudo insano...


É impressionante como algumas pessoas têm o poder de entrarem na nossa vida, sugarem toda a nossa energia e depois irem embora como se nunca tivessem chegado.
E aí a gente fica se preguntando aonde foi que errou, se sentindo mal por ter feito de mais ou de menos. É foda pensar que o antes eram planos de felicidade agora nada mais são do que emaranhados de sentimentos que no fundo te fazem mal.
Sabe aquela sensação que você não queria estar escalado pra tal novela? Eu não queria ser protagonista do que tô vivendo agora e gostaria que toda essa sensação de nada fosse embora, como a pessoa que tornou a minha vida e meu coração pelo menos por algum momento silenciados com tanta dúvida e amargura.
Eu não gostaria de perder a esperança no amor, mas no meio do caos sinto que é uma bosta quando a gente se doa a ele sem medir as consequências. Será que o verdadeiro amor chega pra todo mundo?

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Comer, Rezar, Amar

Liz Gilbert, autora de Comer, Rezar, Amar e Comprometida






Eu li o livro em cinco dias, no ano passado (e já escrevi um post sobre isso http://mulherdetrintaeuns.blogspot.com/2009/08/comer-rezar-e-amar.html), quando Julia nem sonhava em ser a protagonista do livro Comer, Rezar, Amar, de Liz Gilbert.
Me identifiquei com várias passagens. Não importa aonde estejamos, importa mais o que fazemos nesta trajetória. Há duas opções: ser feliz ou infeliz no caminho. Liz se encontrou, deixou de querer ser como os outros a viam, tirou suas próprias máscaras que a aprisionavam numa vida cômoda, confortável, porém infeliz e monótona. Quem nunca se sentiu assim?
Elizabeth Gilbert mostrou que conhecer a si mesma pode ser aterrador, como nos dias dos mais loucos silêncios de sua meditação num ashram indiano, quando ela tinha até mesmo de esfregar o chão com uma escovinha para se tornar uma pessoa melhor. 
Até mesmo quando encontrou o amor de Felipe (na verdade nome fictício do brasileiro José Lauro Nunes) ela teve medo, achou que estava perdendo o controle, ficou com receio de voltar a se parecer com todos seus ex-namorados (algo que ela ouviu de um amigo). Enfim, voltando ao amor, quando estava louca de paixão, transando insanamente, achou que estava perdendo o controle de si mesma por não visitar o xamã há duas semanas, somente se perdendo nos braços de Felipe. A resposta do xamã: que o equilíbrio da vida está às vezes em perder o controle de vez em quando. Nada errado em se apaixonar, nada errado em enlouquecer, nada errado em dançar até o sol raiar e esperar o sol nascer na praia, nada errado em tentar ser feliz mesmo que fazendo algumas burradas... Nada errado quando o assunto é VIVER!!!
Estou louca para ler o Comprometida, assim posso voltar a acreditar que o amor entre duas pessoas em um casamento pode vir a dar certo novamente!!!
Sejam felizes, nem que seja para perder o controle de vez em quando...  

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Eu tenho tanto pra lhe falar...



Mas com palavras não sei dizer...
Como é grande o meu amor por você...

Você foi de todos os abraços o que nunca esqueci...
Só assim sinto você tão perto de mim... outra vez

Detalhes tão pequenos de nós dois...
São coisas muito grandes pra esquecer..
E a toda hora vão estar presentes, você vai ver...

Não sei precisar que música mais gosto do Roberto. Só sei que hoje é um dos dias mais felizes da minha vida, pois eu e Carol vamos ver o nosso Robertão no Anhembi. Haja lenço pra segurar as lágrimas.
Como nós duas gostamos de dizer: ME BATY MIL VEZES!!!

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Paixão II

É possível se apaixonar duas vezes pela mesma pessoa em momentos distintos?
É possível esse amor dar certo pela segunda vez?
Aguardo comentários ...